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E não estamos ficando estúpidos demais, tapados demais, burros demais?

Todos pensamentos repetitivos, tornamo-nos papagaios dos piratas sobre suas montanhas de criptomoedas douradas. Doutores da gestalt, semióticos biológicos epigenéticos, agora, já não mais refletimos.

Não sentimos, direcionados pelos rios de broadcasting luminosos que se conectam na luz fria dos smartphones em redes mesh.

Correntes vertiginosas que nos reduzem ao primata biológico ofuscando o social humano através da manipulação gananciosa e desenfreada de gatilhos instintivos límbicos animalescos que nunca nos satisfazem.

Seguimos inseguros, ansiosos, vaidosos orgulhosos, luxuriosos.

Dançamos ao estilo da batida da batida da batida que nunca avança além do terceiro grau de repetição. Entristecem o brilho dos olhares em direção ao luar.

Nos movimentamos assim, desconexos, como infantes na marcha descompassada, todavia sempre guiada, aparentemente descontrolada.

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